top of page

patrimônios Culturais

Guia Turistico Digital Interativo

Desenvolvido para oferecer uma jornada digital sem precedentes no sertão mineiro. Este guia combina a riqueza do conteúdo tradicional com a praticidade da tecnologia interativa, permitindo que você acesse mapas, locações e serviços em tempo real com apenas um toque.

Conheça o Velho Chico, a cultura barranqueira, cavernas milenares e praias fluviais inesquecíveis.

3.1.3_Casarões-Antigos_6_DJI_20250905090431_0011_D.jpg

patrimônio Histórico

Januária é história viva às margens do Velho Chico. Do Brejo do Amparo, com uma das igrejas mais antigas de Minas, aos casarões coloniais do Centro Histórico, cada rua revela marcas de fé, comércio e tradição. Antigo porto de tropeiros e navegantes, a cidade preserva praças, mercados e celebrações que mantêm pulsando a autêntica alma barranqueira.

Patrimônios Históricos

Centro Cultural

Go

Centro de Artesanato

Go

Sala Xakriaba

Go

Praça Getulio Vargas

Go

Pç. Patrocinio da Mota

Go

Praça Santa Cruz

Go

Praça do Pescador

Go

Praça Tiradentes

Go

Museu do Pão de Queijo

Go

Centro Histórico

Go

Cais do São Francisco

Go

Rua de Baixo

Maculele - Manifestação Cultural - Foto Sandra Doyama - Viagem Kombinada

Quilombo Urbano
da Rua de Baixo

A Rua de Baixo é um território onde a cultura quilombola pulsa forte. Primeiro quilombo urbano de Minas Gerais, preserva tradições que atravessam gerações.

Onde cada expressão reforça identidade, memória e resistência coletiva.

igreja nossa senhora do Rosário

No Brejo do Amparo está a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, um dos templos mais antigos de Minas.

 

Datada de 1688, é considerada a segunda igreja mais antiga do estado e marca o início da ocupação da região.

 

Sua arquitetura mistura influências baianas e paulistas, com interior do estilo nacional-português e traços do primeiro barroco mineiro.

Tombada pelo IEPHA, é símbolo da fé e da história de Januária.

Igreja do Rosário.jpg
Prepara Gastronomia Peruaçu 160522_Foto_Nereu Jr_0990-HDR-Pano.jpg
4.3_Cachaçaria_Claudionor_3_DJI_20250715100752_0031_D.jpg

Patrimônios Culturais

Em Januária, cultura não é peça de museu — é vida pulsando nas ruas, nos quintais e nas festas. Saberes ancestrais seguem vivos no artesanato, na música e nas tradições que atravessam gerações. Entre sabores do Cerrado, cachaça artesanal e celebrações populares, a alma barranqueira transforma memória do ser tão mineiro em experiência.

Mestres do Saber
e do Fazer

Os Mestres do Saber e do Fazer de Januária são guardiões da memória barranqueira.

 

Artistas, pescadores e artesãos transformam vivências em música, poesia e tradição.

 

Seus ofícios, passados entre gerações, revelam a força de uma cultura viva que faz da arte, do trabalho e da memória a verdadeira alma da cidade.

Escultor de Carrancas

Neli

Escultor

Lico

Poeta e Pescador

Carlucio

Educador, poeta e mestre

João Damascena

Artista Plastico

Waldecy Guimarães

As manifestações culturais de Januária expressam fé, memória e tradição.
Danças, cortejos e festejos como Cavalhada, Maculelê, Dança de São Gonçalo e Festejos de Santa Cruz mantêm viva a cultura local e revelam a força do sertão norte mineiro.

Cristiano Lorenzoni Cazarotto

Viagem Kombinada

as cavalhadas do brejo do amparo

As Cavalhadas do Brejo do Amparo, realizadas desde 1851, são uma das tradições mais marcantes de Januária.

A encenação representa o embate simbólico entre mouros e cristãos, com cavaleiros trajados e montados em cavalos ornamentados. 

O evento acontece em setembro e reúne moradores e visitantes em uma celebração de fé, história e cultura popular..

Cavalhada_1.jpg

Reisados

Os Reisados de Januária celebram fé, alegria e ancestralidade no ciclo natalino. Devotos dos Reis Magos e de santos como Nossa Senhora da Conceição, São Sebastião e São Benedito percorrem bairros e comunidades com cantos, danças e visitas às casas. A tradição mantém viva a espiritualidade e o orgulho cultural da cidade.

Terno dos Temerosos_1.jpg

TERNO DOS TEMEROSOS

O Terno dos Temerosos, ou Reis dos Cacetes, é uma tradição do ciclo natalino ligada à Rua de Baixo, em Januária.

Vestidos de marinheiros, seus integrantes se definem como uma marujada de água doce.

Fundado por Berto Preto, o grupo reúne gerações de pescadores e mantém cantos, bastões e rituais de Reis.
 

 A apresentação combina canto, percussão e coreografia com bastões de madeira, comandada pelo Imperador (atualmente, João Damascena) e pelo contramestre. 

 

O repertório inclui cantos de Reis, sambas, marchas e rituais de visita às casas, onde fé, música, partilha e identidade comunitária se entrelaçam.

3.10.2_Terno-dos-Temerosos_6_IMG_2381.jpg
TernodosTemerosos.png
Terno dos Temerosos_1.jpg
3.10.2_Maculelê_6_IMG_1841.jpg

MACULELÊ

O Maculelê encena a lenda de um guerreiro que defendeu sua tribo com dois pedaços de pau. Com corpos pintados e saias de tiras, dançarinos cruzam bastões ou facões ao ritmo da percussão. Em Januária, os grupos Tribo Baobá e Pé da Serra preservam essa tradição em festas e eventos culturais.

3.10.2_Maculelê_4_IMG_1813.jpg
PUXADA DE REDE
3.10.2_Puxada-de-Rede_3_20250715_202649.jpg

A Puxada de Rede homenageia os negros recém-libertos que encontraram sustento na pesca no Velho Chico.

 

Em cortejo, homens e mulheres encenam o lançamento e a retirada das redes ao som de cantos tradicionais.

Presente em festas e encontros culturais, celebra a cultura ribeirinha e a ligação histórica de Januária com o rio.

Representação da Puxadade Rede - Fotografia Sandra Doyama - Vgem Kombinada.
Festejos de Santa Cruz - Acervo Prefeiura Municipal de Januária

FESTEJOS DE SANTA CRUZ

Os Festejos de Santa Cruz estão entre as celebrações religiosas mais antigas de Januária. Realizados entre abril e maio, na Praça Santa Cruz, reúnem novenas, procissões, missa, leilões e manifestações folclóricas. Surgidos no século XIX, simbolizam a fé, a memória e a força da comunidade januarense.

bottom of page